A vida acabando, no Acre. O Acre não existiu. Exatamente como o rio negro. Nunca. Nunca olhe para trás, dizia o velho, em Cinema Paradiso. Nunca estive no rio negro,ou Acre. Era outro, ou estão equivocados. Irei de carro 4 mil, e cacetada, de kilometros, sentindo o cheiro do vento minuano. Os primeiros trechos serão pela transamazonica. Meu plano é simples. No caminho, haverei de fazer um parto, escapar de um assalto, dançar com uma puta e sobreviver a um acidente. Por enquanto, considero apenas a puta. Um bom rock´n´roll em Ariquemes ou Tangará da Serra. Depois do rockinho, nego tudo. Só restarão trez, eternas, coisas a fazer. Negar, negar e negar.
Já para as outras alternativas, pedirei socorro.
(poucos são sinceros, assim, né?)

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