A vida indo embora do Acre. Há 22 anos ando neste Brasil, de um lado para o outro. Há um bom tempo, não esquento banco. Dois anos aqui, quatro alí, sete acolá. Agora enfrento o desafio de retornar ao sul e tentar viver daquilo que amo. Operar, e nada mais. Um mes atrás não tinha nada digno ofertado para encarar a selvageria do sul. Mas os amigos existem. E me consideram.
Já tenho algo no horizonte.
(retorno para casa, apago a luz e fecho a porta)

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