quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

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GINCANA

A vida no limbo. Quase caindo. Lembro das famosas gincanas nos anos 70, em minha pré-adolescencia na Cruz Alta. Eram provas entre duas equipes rivais, com tarefas muito peculiares. Uma, em 1977, ficou nos anais da região. Quem trouxer um craneo humano vence. A equipe tal sabia que na casa do Dr. Pinto tinha um esqueleto. Correram na frente e pegaram. A equipe B chegou logo em seguida, mas o fulano sai correndo pela praça da matriz, com o craneo agarrado junto ao peito. Os adversários tentam todas as possíveis manobras de football americano. Fulano pula o banco, beltrano entrecorta o laguinho, cicrano corre as 200 jardas mas perdem. E o craneo humano segue correndo pelo rua do comércio-à-fora, em direção ao gol.Luxou a mandíbula e perdeu um dente.
Um ano depois, pediram um faisão vivo.

Eu gritei, na caso do Dr. Guilherme tem...e tinha, pasme!

(médico ganhava muito bem, né?)

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